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Aula condensada com Fábio Belo

  • 24 de fev.
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 2 dias

Data: 15 de maio sexta-feira | 16h-18h - on-line/Zoom


Ainda devemos falar de feminino / masculino em Psicanálise? Uma crítica em três tempos: Ferenczi, Winnicott e Jacques André 


Ministrada por 

Fábio Belo

Psicanalista e professor de Psicanálise na UFMG. Autor de diversos livros, dentre os quais Ensaios de Psicanálise (INM Editora). Coordena o projeto de extensão Conversas Virtuais sobre Psicanálise.


Ementa: 

As noções de masculino e feminino são parte de uma metafísica que entende o gênero como algo universal. Desde Freud, o feminino se articula ao passivo 

e o masculino ao ativo. 

As associações entre gênero, sexo e orientação sexual são inevitáveis: a feminilidade articulada a ser penetrada(o) e a masculinidade à penetração ativa. 

É fundamental criticar essa metafísica ou ideologia dos gêneros a partir da própria psicanálise. 

Faremos esta crítica em três tempos, analisando o uso destes termos em três autores: Ferenczi, Winnicott e Jacques André

Concluímos mostrando que o gênero deve ser visto como uma tradução contingente que cada pessoa faz dos códigos sociais e afetivos que organizam nossos prazeres corporais.


Inscrições:

 / Profissionais R$ 200 + tx. Sympla 

/ Estudantes universitários R$ 100 + tx. Sympla 

/ Efetivos e Associados SBPRJ R$ 180+ tx. Sympla 

/ Provisórios e Alunos SBPRJ  R$ 90+ tx. Sympla 


*Após a inscrição pela Sympla, o participante receberá e-mail de confirmação informando o link de acesso ao Zoom.


As aula será gravadas


Com Certificado (vale como atividade complementar para a universidade)

É necessário 75% de presença


Gratuito para bolsistas SBPRJ e duas vagas gratuitas para estudantes/profissionais: negros, indígenas e refugiados.

(inscrições pelo e-mail: sbprj@sbprj.org.br)


Realização: Centro de Estudos Psicanalíticos SBPRJ


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